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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Marisol nasceu de um parto natural

Meninas,
Quando pedi pra minha amiga Hilda Costa fazer um relato do nascimento da Marisol, ela respondeu que na verdade ela ia só terminar, pois já estava fazendo para ela mesma de lembrança desse dia tão especial. Eu ia fazer um textinho de abertura pro relato e tal, mas gente, é totalmente desnecessário, o relato da Hilda é claro e emocionante. Um exemplo de força de vontade. Tudo pela Marisol, uma meninha de 3 meses. Vocês não vão se arrepender de ler até o final. A Hilda faz questão de acrescentar que o parto foi sem anestesia, sem episiotomia e à base de gatorade!

Relato de parto natural hospitalar na banqueta
 
Marisol da Costa Cysne chegou ao mundo no dia 4 de julho de 2011, às 03:25 da madrugada no hospital da Unimed.


 imagem emprestada do facebook da Hilda

Era domingo, 3 de julho de 2011, dia em que eu me tornava uma mulher balzaquiana. Já estava com 39 semanas de gestação e pensei que poderia ser bacana ter um filho no dia do meu aniversário, mas ao mesmo tempo era coincidência demais.

Desperto por volta das 8 da manhã, mas a morgação do fim de semana não me deixa levantar da cama. Quando finalmente decido acordar, sinto um líquido descer involuntariamente por minhas pernas. Pensei mil coisas, mas não quis acreditar que por fim o trabalho de parto estava começando.

Saí correndo para o banheiro e o líquido não parava de jorrar. Era como se eu tivesse fazendo xixi nas calças! Mostrei ao Fred (meu marido) que, desesperadamente falou: “Liga pra médica!”. E assim eu fiz. A mesma disse que poderia ser um tal tampão mucoso (que geralmente desencadeia o trabalho de parto), ou mesmo o rompimento da bolsa. Me recomendou fazer uma checagem na emergência do hospital da Unimed.
Essa parte prefiro não detalhar porque imagino que a maioria das pessoas já tenha tido a infeliz experiência de precisar a um serviço de emergência. Triste! Mas resumindo: o médico-velho-tarado que me examinou disse que era bolsa rota e que eu precisaria me internar imediatamente para fazer uma cesárea, pois o risco de contaminação era elevado.

No entanto, desde que engravidei, procurei informar-me sobre o parto natural humanizado, atendendo a encontros e palestras, e tirando as dúvidas com uma das poucas obstetras verdadeiramente adeptas a esta filosofia. Por essa razão, tinha certeza que minha médica não concordaria com a opinião do plantonista e adotaria outro procedimento. Conforme pensei, ela sugeriu ao telefone que eu fosse pra casa e esperasse o trabalho de parto, que deveria começar nas próximas horas.

Cheguei em casa por volta das 11 horas e não contamos a ninguém que eu estava com a bolsa rota. Achamos melhor manter o silêncio, pois nem todo mundo entenderia essa postura. Recebi muitos telefonemas de pessoas querendo saber como seria a comemoração do meu aniversário, mas recusei o convite de todos alegando que estava me sentindo indisposta.

Passei o dia na expectativa. Acho que nunca desejei tanto sentir dor! Já se aproximava das 17hs e nenhum sinal! Falei com a médica novamente. Desta vez, ela pediu para que nos encontrássemos, pois ela realizaria o primeiro exame de toque (detalhe: ela vinha da praia e ainda estava de biquíni). Ela me examinou e disse que eu estava com 2cm de dilatação, mas que realmente precisaria esperar as contrações. Ela esperaria mais algumas horas e, caso o trabalho não iniciasse naturalmente, decidiríamos se induziríamos o parto, ou partíamos para a cesárea. Como forma de estimular o início do trabalho de parto, ela sugeriu que eu fizesse uma caminhada e comesse um jantar bem apimentado. Fui pra casa e logo subi os 9 lances de escada 3 vezes. Vesti uma roupa de ginástica e fui caminhar na beira-mar com minha mãe. Depois de alguns minutos de caminhada, comecei a sentir uma leve cólica. Na hora até pensei: “Oh beleza, finalmente começou! E é bem mais tranquilo do que falam. Vou tirar de letra!”.

Após a atividade física, marquei com algumas pessoas no Coco Bambu, visando o jantar apimentado, e lá fiz o anúncio de que em breve Marisol estaria conosco. Todo mundo ficou chocado, principalmente pelo fato de eu ainda estar com roupa de ginástica! Mas enfim. Comi uma pizza mexicana e, coincidentemente ou não, as dores começaram a se intensificar.

Cheguei em casa por volta das 21hs. Tomei um banho e pedi ao Fred para começar a cronometrar o tempo das contrações. Uma hora depois, o “bicho começou a pegar”. Comecei a andar pela casa e nenhuma posição parecia confortável. Era hora de ligar para a doula (uma espécie de parteira moderna que eu havia contratado). Pedi que ela fosse à minha casa, pois as dores já estavam muito intensas.

A doula chegou por volta das 23hs. Eu já gemia impaciente e repetia que não ia conseguir. Com toda sua calma e experiência ela foi me conscientizando do momento, e me fazendo canalizar as energias para aquele momento único. Ao mesmo tempo, tentou aliviar a dor através de compressas mornas, massagens e sugerindo posições mais confortáveis, inclusive na bola suíça. Também fiquei um tempão no chuveiro. No chuveiro senti dor, senti alívio, fiquei de cócoras, de quatro, sentei no banquinho, sentei na bola, chorei. A essa altura eu já havia chegado à “partolândia”, um lugar onde os sentimentos se misturam, as coisas vão perdendo a nitidez e a noção de tempo.

Acho que era meia-noite quando vimos que era hora de ligar para a médica. Foi quando o desespero bateu! A médica estava num plantão em Caucaia e pediu que entrássemos em contato com outra obstetra para ver se ela poderia fazer meu parto. Ligamos para a segunda opção, mas ela estava indisponível. Com isso, minha médica disse que “faria de tudo para sair”. Sugeriu que a doula fizesse um exame de toque. Eu já estava com 7cm de dilatação!

Por volta de 1 da madrugada saímos para o hospital. Logo que adentrei o hospital da Unimed, um funcionário chega me oferecendo uma cadeira de rodas, mas tudo o que eu menos queria era me sentar! Era menos incômodo ficar de pé e caminhar. O sujeito insistiu que eram “normas do hospital” e que eu tinha que aceitar a cadeira. Começa a desumanização. Será que não posso escolher como entrar no hospital para dar à luz?! Tamanha é a burocracia deste país que, embora sentindo muita dor, tive que ficar cerca de 20 minutos resolvendo assuntos de guia médico, carteirinha do plano, identificação, etc.

Estresses superados, entramos na sala de parto, que se chama PPP (parto, pré-parto e pós-parto). É um quarto comum. No entanto, Kelly (a doula), que já realizou diversos partos lá, tem permissão para deixar o local mais “apropriado”. Ela tira a maca e põe o colchão no chão, deixa uma piscina à disposição (para o caso de parto na água), tapa os vitrais com lençol, dentre outras coisinhas pra deixar a mulher o mais à vontade possível.

Num primeiro momento, me deitei no colchão e fiquei em “posição fetal”, à espera de minha Marisol. Mas a posição não estava cômoda. Fiquei um pouco impaciente. O parto na água era uma das possibilidades, mas com o frio que fazia, nem cogitei! Foi quando Kelly me sugeriu a “banqueta mágica”. Na realidade, é um banquinho com um furo no meio, onde se simula o parto de cócoras. Quando sentei neste bendito banquinho, “me encontrei”. Percebi naquele momento que teria minha filha naquela posição. Fred sentou atrás de mim, me apoiando pelas axilas. Houve um momento engraçado em que eu estava super relaxada, esperando as contrações, e Fred comentou que ia ao banheiro. Eu o implorei para que não fosse! Que permanecesse imóvel, naquela posição, e que fizesse suas necessidades ali mesmo!

Logo vieram as contrações com puxo (que significa que o bebê já está encaixando). Apenas nesse momento a médica entrou na sala. Sim! Ela conseguiu chegar a tempo. Orientou como eu deveria direcionar a força. Porém estava tão exausta que não conseguia colocar força suficiente. Foi quando Kelly sugeriu amarrar uma canga na cintura da médica (que estava sentada no chão, na minha frente). E foi assim que consegui! Devo ter empurrado umas três vezes até sentir o tão sonhado “círculo de fogo”. A sensação é exatamente essa quando o bebê está coroando. Uma queimação intensa, cheia de luz e energia. Nesse momento pude sentir o cabelinho dela entre minhas pernas e ali soube que dentro de poucos instantes estaria com meu tesouro em mãos. E às 3:25 da madrugada, já estava com minha Marisol, a sensação de tê-la em meus braços... isso infelizmente é impossível expressar em palavras!

    Só lembro que nesse instante todos saíram da sala e nos deixaram curtir aquele momento sublime... só nós três! Até hoje tenho guardado na lembrança o cheirinho dela... toda ensebadinha. Foi lindo! Inesquecível.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

ENTREVISTA: drenagem linfática em gestantes

Mamães! Como eu já disse por aqui, eu não quero ser exemplo de perfeição para ninguém, o objetivo desse blog é informar. Até porque eu fui uma grávida sedentária. Sempre malhei e fiz yoga, mas na gravidez eu me entreguei à preguiça completamente (não me orgulho disso), tinha muito sono e não fiz exercício algum. Me arrependo claro. Pelo menos, a partir do sexto mês comecei a fazer sessões de drenagem linfática que me fizeram muito bem. Lá pelo sétimo mês a drenagem virou uma recomendação médica e eu aumentei o número de sessões. Até a última semana antes do parto eu fiz drenagem e recomendo, me aliviava muito os inchaços e dores nas costas.

Para explicar melhor pra vocês os efeitos da drenagem e o bem que ela nos faz, eu entrevistei a minha amiga e fisioterapeuta especialista em saúde da mulher e em drenagem linfática para gestantes, Lara Limaverde. Foi com ela que fiz meses de drenagem antes e depois do parto, a gente conversava muito e eu ainda relaxava, saí ganhando nisso tudo, heim?

Aproveitem a entrevista e se quiserem fazer mais perguntas à Lara, podem fazer pelos comentários ou, quem não conseguir comentar, mande um e-mail para: imamae.blog@gmail.com que eu passo a pergunta pra ela e devolvo logo mais a resposta ou mande um e-mail pra própria Lara: laralimaverde@yahoo.com.br

Ah! Antes de começar. Mamães de Fortaleza, a Lara atende em domicílio e os contatos dela são esses: (85) 8877-6888 / 9610-2177.

Entrevista:

O que é drenagem linfática e quais são os seus efeitos?
      A drenagem linfática é uma técnica de massagem que trabalha o sistema linfático, estimulando-o a trabalhar de forma rápida, movimentando a linfa até os gânglios linfáticos. A linfa é o líquido existente nos vasos e nos gânglios linfáticos e é caracterizada por sua viscosidade, ausência de cor, por conter substâncias orgânicas e inorgânicas, resíduos e toxinas.
       A principal função da drenagem linfática é acelerar o processo de retirada dos líquidos acumulados entre as células, e os resíduos metabólicos, encaminhando-os aos vasos capilares e, por meio de movimentos específicos, direcionando para que sejam eliminados através da urina.  Essa técnica também estimula a regeneração dos tecidos, melhora o sistema imunitário, é relaxante e tranquilizante, ajuda no combate à celulite e ainda melhora a ação anti-inflamatória do organismo.

Quais os efeitos positivos da drenagem na gestante?
        Durante a gestação há um aumento na produção hormonal, responsável por várias modificações estruturais e musculares. Algumas desses hormônios essenciais na gravidez são responsáveis pela tendência de reabsorver sódio causando a retenção de líquido na gestante, principalmente nos pés e nas pernas. A drenagem linfática é o tratamento estético mais indicado para a gestante, a partir do terceiro mês de gestação. É uma massagem suave e lenta, que ajuda a reduzir a retenção de líquido e diminuir esses inchaços comuns da gravidez. Essa técnica previne e trata as complicações decorrentes da gestação, auxiliando no alívio de problemas circulatórios e musculares, bem como de outros problemas relacionados às mudanças hormonais, tais como enxaqueca, insônia, constipação intestinal e cansaço, além de proporcionar relaxamento à gestante.

Quantas vezes por semana é o indicado?
       O ideal é que a gestante realize no mínimo duas sessões por semana, podendo passar para três no decorrer da evolução da gravidez, pois no último trimestre à uma retenção maior de líquido, além de apresentar maiores desconfortos circulatórios, musculares e posturais.

Em que casos uma gestante não pode fazer drenagem, existe?
       Antes de começar a realizar sessões de drenagem linfática a gestante deve consultar seu médico obstetra, pois esta técnica não é recomendada para grávidas que tenham hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda ou qualquer doença relacionada ao sistema linfático.

Por que a massagem não pode ser feita na barriga da gestante?
       A partir do sétimo mês de gestação não realizamos manobras na barriga da gestante, pois a partir desse período começam as contrações de Braxton Hicks e um estímulo maior pode desencadear contrações uterinas e levar ao trabalho de parto prematuro

Os exercícios físicos e a alimentação são complementos indispensáveis para o efeito positivo da drenagem?
        Não podemos dizer indispensáveis sempre, depende para qual finalidade a drenagem é indicada. No caso das gestantes a drenagem tem um efeito de “desinchar”. Os exercícios físicos ajudam muito na melhoria do inchaço, principalmente a hidroginástica, pois a água exerce uma pressão sobre a pele e assim reduz o edema. E uma alimentação balanceada, rica em frutas e verduras vai fazer com que o organismo funcione melhor e assim evite os inchaços (salvo que nas gestantes esse inchaço sempre vai acontecer).

 E no pós-parto, em que momento pode-se voltar a fazer as sessões?
Como a drenagem linfática reduz o inchaço e no pós-parto, principalmente de uma cesariana, há uma retenção de líquido significativa, essa técnica entra como um tratamento de eleição para tal inchaço. Na maioria das vezes, os obstetras liberam logo após o parto. Mas é importante checar com o seu médico se ele autoriza ou não a massagem nessa fase, pois se houver alguma complicação pós-parto, como a TVP (trombose venosa profunda), a drenagem está contra-indicada.
Além da drenagem linfática tratamos também no pós-parto a cicatriz (no caso da cesariana), utilizando o ultra-som com massagem, para evitar aderência da pele e prevenir o tão temido quelóide.

Quais cremes você indica como complemento ao tratamento da drenagem, que a gestante possa auxiliar fazendo em casa?
Existem vários cremes indicados para gestantes, esses além de complementar o tratamento da drenagem, atuam na prevenção de estrias e na firmeza da pele. Alguns exemplos são: Elastcream (Adcos), Luciara (Bayer), Mater Skin (Cosmiatric), Gerare (Organon), Hidramamy (Mantecorp),  Gel Firmador de Tecidos e Preventivo de Estrias (OX), Lait Corps Déo Hydratnt (Anna Pegova), Emulsão Auxiliar na Prevenção de Estrias (Natura). Além desses cremes a gestante pode utilizar também óleos, como o de amêndoas, para a manutenção dessa hidratação feita pelos cremes. É sempre válido lembrar-se da ingestão de água e líquido em quantidades significativas para uma hidratação geral adequada.

A drenagem boa é aquela que se sente dor e que a pessoa fica toda roxa? Como muitas pessoas pensam?
A técnica é realizada com movimentos de pressão leve, suave, rítmica, lenta e precisa. Muita gente acha que a drenagem linfática é dolorida, mas não é. Como a massagem deve ser rítmica, o fisioterapeuta não aplica muita pressão, já que a linfa corre na superfície da pele e seu fluxo é relativamente lento e precisa ser respeitado. Assim, não há a necessidade de manobras que provoquem dor ou desconforto, por isso nunca uma drenagem bem feita deixa a paciente roxa, se ficou roxo rompeu vasos sanguíneos, ou seja, criou ali um hematoma, e isso não acontece numa drenagem linfática.

Lara Limaverde
CREFITO 114.690- F

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

o cabelo tá caindo?

O meu parou de cair (muito) quando a Laís fez 7 meses.

Esse post é pra tranquilizar as mamães que estão segurando as pontas das madeixas com medo de ficarem carecas.



Olha, durante a gravidez a queda de cabelo, que todo mundo tem, diminui. O nosso cabelo fica uma seda e muito forte, assim como as unhas. Segundo o site  Baby Center Brasil, os folículos capilares entram na chamada "fase de repouso".  Que bom, né? Um descanso para o ralo do banheiro.

Maaaaaaas depooooois, no pós-parto, mais ou menos depois dos três primeiros meses, os hormônios começam a voltar ao normal e o cabelo começa a cair de modo Anormal. É desesperador.  O engraçado é que o cabelinho do bebê também começa a cair junto.

O que conforta é saber que é realmente uma fase, a minha passou. O chão da casa já está menos cabeludo. Em muitos casos também, o cabelo da mulher muda. Um cabelo que era liso fica ondulado, o ondulado pode ficar mais liso, o seco pode ficar oleoso e vice-versa.

Bom saber, né?

Agora mamães, se a queda de cabelo continuar por muito tempo depois dos 6, 7 meses após o parto, pode ser sinal de anemia ou de problemas na tireóide, procurem o ginecologista, viu?

***
Meninas, continuem acompanhando o blog, que em breve sai a entrevista com a fisioterapeuta Lara Limaverde, especialista em drenagem linfática na gravidez.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

lavando as roupa do bebê

Esse post foi reivindicado por uma leitora, super grávida, que eu amo, e que vai ser mãe do Bento em meados de novembro. Então vamos lá!

foto: google 

Lavar as roupas do bebê que vai chegar ou do que já chegou é uma coisa que temos que ter um pouquinho de cuidado no começo.  É trabalhoso porque muitos casos de alergia e irritação na pele dos recém-nascidos ocorrem por causa dos produtos usados para lavar as roupinhas e até mesmo pelos tecidos dessas roupas
.
Para as grávidas, o momento de começar a lavar as primeiras roupinhas é indicado que seja a partir do sétimo mês.  Ah! Isso vale também para todo o enxoval do berço, cortinas, tapetes etc. Essa fase é boa porque a gestante ainda tem disposição (ou não) e fica tudo pronto para se o bebê for daqueles apressadinhos, que chegam antes do previsto.

A lavagem é com sabão de coco ou neutro, pode ser líquido, em barra ou em pó e o mais importante, engomar. Quando engomamos é que temos (quase) certeza que matamos ácaros e fungos que possam afetar a saúde do recém-nascido. Nada de amaciante heim? Sobre a máquina de lavar, pelo que sei, a contra-indicação é porque as roupas de bebês são mais delicadas e muita gente prefere não juntar com as roupas dos outros moradores da casa.

Aqui em casa a gente lava à mão e engoma a roupinha do avesso, que é o lado de maior contato com a pele do bebê. Uma dica boa é caprichar no enxágue.  Outra dica legal é tirar as etiquetas pontudas que possam incomodar o neném que não pode nem avisar que tem algo pinicando ele.

O sabão mais usado e indicado pro comecinho é o Roma, usei esse até o mês passado.Começamos agora a usar opções mais baratas e tá dando certo.

Algumas mamães usam os saquinhos para proteger as peças e lavam tudo nas lavanderias. Eu fiz isso com as roupinhas de levar para a maternidade e com as dos primeiros dias em casa. A ideia do saquinho não gosto muito porque é saco demais pra desperdiçar, nada ecológico. Fiquei com peso na consciência depois. Para compensar, os saquinhos que vieram embalando as roupinhas da Laís foram todos reutilizados. Era o mínimo que eu podia fazer...

E quanto as lavanderias, também não confio taaaanto na limpeza 100% dessas lavanderias, mas as roupinhas chegaram bem cheirosinhas.Bom, fica a opção!




quarta-feira, 14 de setembro de 2011

'Bebê a Bordo' um livro para grávidas

Hoje uma amiga minha pediu uma sugestão de um livro para presentear uma outra amiga grávida. Eu até citei alguns que uso hoje em dia, mas como é comecinho de gestação, achei melhor indicar um que ela vai ler durante a gravidez. Até porque é muita informação, uma coisa de cada vez, né?. Esse livro me acompanhou em todas as semanas da minha buchudez.

O nome dele é "Bebê a Bordo", escrito pelo médico obstetra, Flávio Garcia de Oliveira. Quer uma informação bem irrelevante? Ele foi obstetra da esposa do Gugu, o Gugu mesmo ex-SBT, hehehe. Eu até tive um pouco de receio de ler e taxei o livro de besta, pois ele dá essa informação na apresentação do livro. E o que eu tenho a ver com isso??? (Chatice minha mesmo...)


Mas li, gostei e usei até a última semana. Sabe porque que ele é legal para as grávidas? Porque fala da gravidez passo a passo, semana por semana. Diz o que normalmente você deve estar sentindo, como está o desenvolvimento do  bebê, cada exame que deve ser feito, nos meses certos, diz  até quando você deve arrumar suas malas e lavar as roupinhas. Enfim, tem uma linguagem super acessível, se comunica com a mulher grávida e manda até recadinhos para os papais. (Eu sempre obrigava 'o marido' a ler).

É uma dica boa. É baratinho, custa uns R$ 25,00. Valeu a pena! Apesar da informação do Gugu...rsrs

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

fotografando bebês e mamães

Toda mãe quer guardar lembranças de quando seu bebê estava na barriga e, logo depois, dos pequenos em todas as suas lindas fases de crescimento. Pra isso nada melhor do que fotos, fotos e muitas fotos. E se você quiser alguém para fazer esse trabalho por você, deixo aqui a dica para as leitoras de Fortaleza:

o M2A PhotoStúdio, que cada dia surpreende com suas fotos lindas de todos os tipos de eventos e vem se especializando também em fotos infantis, books de grávidas, aniversários e batizados.

À frente do estúdio está o casal de jornalistas Marcos e Mariana Adegas, que, diga-se de passagem, a ca ba ram de conhecer sua filhinha, que nasceu um dia desses. E agora estão labendo a cria, a linda Iasmim deixa a gente boba de tanta lindeza!

Com a palavra M2A:

M2A PhotoStúdio é uma empresa jovem e inovadora, feita com amor, dedicação e competência. Formada pelo casal Marcos e Mariana Adegas, a M2A vira realidade depois de muito estudo e especializações... cursos, palestras, congressos, workshop... Tudo pra fazer bem o que ama. Trazer uma linguagem fotojarnalista e publicitária para os eventos, essa é nossa proposta e linguagem.

Para conhecer o trabalho do casal talentoso acesse o BLOG da M2A e tire a prova.

Confira umas fotinhas deles aqui também:


na foto, a mamãe Mariana Adegas

Fotos: M2A PhotoStúdio


Contatos:
(85) 8847.3313 / 9642.6979 (Marcos Adegas)
(85) 8721.8154 (Mariana Adegas)
www.m2aphotostudio.com
m2aphotostudio.blogspot.com

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

palestra on line para grávidas

Vai rolar hoje uma palestra muito legal e on line. Notícia boa para as grávidas que estão na fase da preguiça total heim?

A "Palestra On line Barriga Redonda, Barriga Pontuda" acontece hoje, às 21:30 no site www.escolavirtualparapais.com.br  a inscrição é gratuita.

Os palestrantes vão falar sobre os mitos e crendices, sobre a gravidez como:
"Você tem azia? Então seu bebê é cabeludo".
Ouvi muito isso...


 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

shimbalaiê para sempre

Queria hoje escrever aqui sobre o efeito da música nos bebês, da barriga até depois de nascidos. Como eu venho de uma família suuuuper musical, a minha gravidez não poderia ter sido diferente.

A única hora que escuto música hoje em dia é no carro então logo depois que soube que estava grávida me muni de CDs com músicas de crianças. Era pra mim e era pra Laís já ir se animando para a festa que ia ser nossas vidas com a chegada dela.

No repertório muito Balão Mágico, Adriana Partipim, Arca de Noé entre outros, a maioria músicas da minha época de criança. Mas tinha uma que quando eu ligava o rádio seeeempre passava e eu não aguentava de abuso da tal música. Era a maldita Shimbalaiê, da Maria Gadu, maldita antes e bendita agora. Vou explicar o porquê.

Sabe aquelas músicas que você escuta uma frase dela e ela passa uma semana na sua cabeça sem parar? Pois é, era a Shimbalaiê comigo, na gravidez. Bastava eu ouvir um XIM, e a Shimbalaiê dominava meus pensamentos o dia todo. Ela ia começar a tocar no rádio, eu já mudava, mas já era, eu já estava shimbalaiêrmente dominada.

Aí, um belo dia, depois do nascimento da Laís, como ela era muuuito escandalosa, eu me peguei um dia, do nada, colocando minha neném pra dormir, cantando SHIMBALAIÊ. Foi um momento mágico! É sério! Ela parou de chorar e dormiu e eu, claro, fiquei o resto da noite cantarolando a maldita, que já estava se tornando bendita.

Em outros momentos a música foi usada como teste e sempre dava certo. Incrível! Era eu, a babá, o marido, as tias estávamos todos dominados e usando do artifício shimbalaiêsco para acalmar a "apurrinhadinha".

Hoje, a bendita canção, toca muitas vezes nas nossas vidas e é bem-vinda sempre. A música é linda, a melodia é linda, sou apaixonada por ela. E a Laís também. Para testar, é só falar a palavra mágica, que ela já abre um sorriso lindo.

Shimbalaiê é nossa trilha sonora, uma das! Taí a famosa.




Gravidinhas, coloquem muita música na vida dos seus bebês, desde já. Eles gostam muito e se acalmam. Eu tive a prova de que eles também reconhecem as músicas que ouviram na barriga. Parece que faz lembrar aquele quentinho lá de dentro.

Viva a Maria Gadu!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

sono da gestante

Começaram as noites em que você fica virando de um lado para o outro sem posição para dormir? É, esse incomodo acompanha, geralmente, as mamães do meio até o final da gravidez. A dica boa é: travesseiro, assim como o modelo abaixo que se adequa à posição mais confortável.




E para melhorar a qualidade das noites das mamães, especialistas  recomendam: durma virada para o lado esquerdo 


É bom que todas as mamães ainda gestantes se acostumem a dormir sobre seu lado esquerdo já durante os primeiros meses da gravidez.  Essa é a forma mais adequada porque o coração fica do lado esquerdo do corpo. Essa posição ajuda o sangue e os nutrientes a fluírem para o feto e para o útero com mais facilidade, e ajuda os rins a eliminarem os líquidos desnecessários.

Dormir de barriga para cima ou virada para o lado direito pode bloquear o ar da gestante, e o sangue bombeará menos oxigênio para o corpo, incluindo o útero. Essas maneiras deixam a criança incomodada e agitada porque não recebe tanto oxigênio. As posições não causarão problemas futuros para o bebê e para a mãe, apenas o desconforto momentâneo.

O ideal é que, virada para o lado esquerdo, você esteja também virada para fora da cama, para ficar mais fácil na hora de levantar para ir ao banheiro. Também é uma boa ideia para evitar que, com o passar dos meses, você atrapalhe o sono da pessoa ao lado com um eventual ronco, porque grávidas roncam!

outra dica importante...durma agora, durma muito!

Com informações do site Baby Center Brasil

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Dia do Pediatra

Hoje é o dia do Pediatra. Parabéns para esses profissionais que nos orientam!
Para ilustrar esse dia, confira 10 dicas da Revista Crescer para auxiliar na escolha do pediatra do seu bebê:

1- Empatia Tem de acontecer na primeira consulta. Significa sentir que o médico entra em sintonia com você no seu novo papel de mãe. Um sinal negativo é ele se fixar apenas em perguntas sobre o histórico de doenças na família e no exame do bebê. Um positivo é ele também querer saber da sua gravidez, do parto, sobre o ambiente em que vive o bebê, os primeiros dias com ele em casa e como anda a amamentação.
2- Tempo da consulta 
A primeira costuma ser mais demorada que as demais, mas o importante é o pediatra sempre demonstrar interesse pela criança. Não só quanto ao aspecto clínico. Como regra, lembre-se de que uma consulta de qualidade leva tempo para ser feita. O bom médico situa a mãe sobre a fase do desenvolvimento em que está o bebê e antecipa futuros comportamentos.
3- Disponibilidade 
Poder encontrar o médico a qualquer hora e em qualquer lugar com certeza deixa os pais mais tranqüilos, mas é preciso contar com o imprevisto – seu pediatra deve ter um profissional de confiança para substituí-lo se for necessário.
4- Rapidez no retorno 
Ela reflete a atenção do médico com o paciente e é importantíssima em uma situação de emergência. Só que nem sempre é possível ter um retorno imediato. Uma boa política para você se entender com o pediatra nessa questão é deixar recados claros e objetivos para que ele avalie a urgência do caso. 
5- Atrasos na consulta 
Não pode ser regra nem por sua parte nem pelo médico, porque o tempo de tolerância de espera da criança é pequeno. Para evitar transtornos, o ideal é você e o pediatra avisarem um ao outro de atrasos e, se preciso, desmarcarem a consulta.
6- Sem dúvidas Não dá para ir embora do consultório sem entender tudo direitinho. Você pode – e deve – perguntar até se sentir esclarecida. Não tenha medo de pedir explicações. Um profissional impaciente não é o melhor parceiro nesse caso. Nem aquele que se mostra ofendido se você anuncia que prefere ter uma segunda opinião em determinada situação.
7- Segurança 
Alguns pais questionam se é melhor o pediatra ter filhos, por achar que seus anseios serão mais bem compreendidos. Outros têm receio do médico jovem, com pouca experiência, ou do muito idoso, pelo risco de não ser atualizado. A indicação de amigos ajuda a tirar essas dúvidas, mas o importante é você se sentir segura.
8- Consultório 
Na sala de espera do médico é importante ter brinquedos. Primeiro para distrair a criança, depois porque o profissional pode usar os brinquedos para observar como ela se comporta.
9- Você acertou Se seu filho está saudável, vai bem na escola e em casa, esse é um bom indício de que ele está com o médico certo.
10- Insegura com a escolha?Se você ainda tem dúvidas sobre o pediatra escolhido, não se preocupe. Mudar de médico é normal e não traz nenhum prejuízo para a saúde do seu filho. Procure o quanto for preciso, converse com outros profissionais e peça mais indicação.
Fonte: Revista Crescer